Não existe preço único, mas existe uma conta que você mesmo consegue fazer. O valor sobe ou desce por cinco motivos: quantidade de páginas, tipo de site (institucional, landing page ou loja), integrações (WhatsApp, agendamento, pagamento, sistema), quem produz texto e fotos, e o custo que continua correndo todo mês depois da entrega. Abaixo você vê o peso de cada item e monta sua estimativa antes de pedir proposta.
Por que ninguém te diz quanto custa fazer um site
Você pergunta o preço e ouve “depende”. Não é enrolação. É que a frase “quero um site” significa coisas muito distantes uma da outra.
De um lado, uma página com seus serviços e um botão de WhatsApp. Do outro, uma loja com catálogo, frete, checkout e integração com estoque. Os dois se chamam site. O trabalho não é parecido.
O problema é que “depende”, sozinho, não ajuda ninguém a se planejar. Ajuda saber do que depende. É isso que vem agora.
O que muda o preço de um site profissional
Todo orçamento é a soma de decisões suas. Cada linha da tabela abaixo é uma delas. Olhe a terceira coluna com carinho: ela mostra o que dá para deixar para depois sem estragar a primeira versão.
| O que você pede | Por que mexe no preço | Dá para começar sem? |
|---|---|---|
| Número de páginas | Cada página é layout, texto, imagem e revisão. Cinco dão bem mais trabalho que uma. | Sim. Comece pelo essencial. |
| Layout do zero x modelo adaptado | Desenhar do zero exige direção de arte e mais rodadas de ajuste. | Sim. Um modelo adaptado à sua marca costuma resolver. |
| Texto e fotos | Se você entrega o conteúdo, o projeto voa. Se o fornecedor escreve e fotografa, entra produção. | Sem conteúdo não dá. Com o seu, dá. |
| Botão de WhatsApp com rastreio | O link é fácil. Saber de qual página veio cada contato exige medição. | Sim. Comece com link simples. |
| Agendamento online | Exige calendário, regra de horário, bloqueio de conflito e confirmação automática. | Sim, se hoje você marca por WhatsApp. |
| Pagamento e loja virtual | Entram catálogo, variações, carrinho, frete, checkout e meio de pagamento. | Sim, se você fecha a venda no atendimento. |
| Área de login ou painel | Deixa de ser site e vira sistema, com regra de acesso e teste próprio. | Sim. Quase sempre é fase 2. |
| Integração com CRM ou ERP | Depende do outro sistema: alguns têm API pronta, outros exigem contorno. | Sim. Automatize quando doer. |
| Blog e estrutura de SEO | Categorias, URLs, dados estruturados e velocidade precisam ser planejados. | Dá para nascer com a estrutura e publicar sem pressa. |
Repare no padrão: quase tudo tem “sim” na terceira coluna. Se pedir tudo de uma vez, o orçamento é de tudo de uma vez. Se separar o que precisa agora do que precisa em seis meses, o primeiro número cai bastante — e o site rodando te mostra o que valia mesmo a pena.
Quanto custa um site para empresa: os três tipos mais pedidos
Site institucional
É o cartão de visitas com endereço próprio: home, sobre, serviços, portfólio e contato. Serve para quem pesquisa seu nome no Google antes de te chamar — e isso acontece muito mais do que a gente imagina. É a faixa mais acessível, porque o escopo é previsível. Veja a criação de sites da Vinz.
Landing page
Uma página só, com um objetivo só: fazer a pessoa te chamar. Tem menos tela que o institucional, mas exige mais cabeça — oferta clara, ordem dos argumentos, prova e botão de WhatsApp acompanhando o scroll. Muita gente acha que é sempre mais barato por ser uma página. O trabalho está no texto.
Loja virtual, agendamento e sistema
Aqui o site vira software: cadastro de produto, regra de preço, carrinho ou calendário, pagamento, e-mail automático e painel para administrar. Cada peça é desenvolvimento com teste próprio. É a faixa mais alta — e onde mais gente se arrepende de contratar tudo de primeira sem saber se ia usar.
Quando o orçamento assusta, o problema quase nunca é o preço do site. É o preço do site que foi pedido sem precisar. Separe o que é agora do que é fase 2 e o número muda de tamanho.
Quanto custa manter um site depois de pronto
Essa é a parte que quase ninguém soma ao comparar propostas — e é a que continua correndo todo mês. Site não é compra única. É como carro: tem o valor de comprar e o de manter rodando.
- Domínio: pagamento anual, direto no registrador. Endereços .com.br ficam no Registro.br, com valor público e igual para todo mundo — o que muda é quantos anos você paga de uma vez. Outras extensões seguem a tabela de cada registrador.
- Hospedagem: cobrança mensal ou anual. Varia conforme espaço em disco, tráfego, se o servidor é compartilhado e se existe suporte em português.
- Certificado SSL (o cadeado do navegador): a maior parte das hospedagens já entrega sem custo extra. Se estiver sendo cobrado à parte, pergunte o motivo.
- E-mail profissional no seu domínio: cobrado por caixa. Uma coisa é ter só o contato@, outra é ter dez caixas para a equipe.
- Atualização e segurança: site com gerenciador de conteúdo e plugins precisa de atualização periódica. Site parado há dois anos é porta aberta.
- Alterações de conteúdo: trocar preço, subir foto, publicar promoção. Ou você mexe — e precisa de um painel simples — ou alguém mexe por você, e isso é hora de trabalho.
- Backup e monitoramento: para quando o site cai às onze da noite de sábado.
Peça ao fornecedor para separar na proposta o que é pagamento único e o que é recorrente. Se não separar, você descobre no boleto. Na Vinz, hospedagem e manutenção podem entrar no plano mensal, com planos a partir de R$ 49,90/mês, para o custo de manter ser previsível desde o começo.
Já sabe o que seu site precisa fazer, mas não sabe quanto custa? Me conte em três frases pelo WhatsApp (11) 93210-4773 e eu digo o que dá para fazer agora e o que dá para deixar para a fase 2.
Falar no WhatsAppConstrutor, freelancer ou agência: o valor para criar um site em cada caminho
Construtor faça você mesmo
Menor custo em dinheiro, maior custo em tempo. Você paga uma mensalidade e monta arrastando blocos. Funciona para subir algo rápido ou testar uma ideia. O trade-off honesto: você vira o designer, o redator e o suporte. E existe um teto — quando quiser uma integração fora do catálogo de plugins, ou levar o site para outro lugar, normalmente não dá.
Freelancer
Preço intermediário e contato direto com quem coloca a mão. Bom quando o escopo está claro. O risco não é a qualidade — tem freelancer muito bom por aí. É a disponibilidade: uma pessoa só, com outros clientes, férias e imprevistos. Combine antes como fica a manutenção e garanta que os acessos ficam no seu nome.
Agência ou estúdio
Custa mais e entrega processo: alguém pensa a estrutura, alguém desenha, alguém desenvolve, alguém testa. Vale quando o site precisa vender, integrar com outro sistema ou aguentar volume. Vale menos quando você só precisa de uma página simples.
O custo escondido do barato que trava
O site mais caro que existe é o que ficou pronto, ficou bonito e não funciona. Demora cinco segundos para abrir no celular. O formulário manda e-mail para uma caixa que ninguém abre. O botão de WhatsApp aponta para o número antigo. Ninguém tem a senha do painel. Aí você paga de novo — e alguém precisa primeiro entender o que o anterior fez, o que custa mais que refazer.
Como montar seu orçamento antes de pedir preço de site
Faça este exercício antes de acionar qualquer fornecedor. Leva vinte minutos e muda a conversa inteira — inclusive o número que volta para você.
- 1
Escreva o objetivo em uma frase
Não é “ter um site”. É “quero que quem me acha no Google me chame no WhatsApp”. Objetivo diferente dá preço diferente.
- 2
Liste as páginas no papel
Escreva o nome de cada página que acha que precisa. Depois corte metade. As que sobrarem são as que importam na primeira versão.
- 3
Marque o que precisa ser automático
WhatsApp, agendamento, pagamento, e-mail de confirmação, conexão com sistema que você já usa. Cada item marcado é uma linha a mais no orçamento — marque só o que dói hoje.
- 4
Defina quem entrega o conteúdo
Você manda textos e fotos ou quer que produzam? Essa resposta sozinha mexe bastante no valor. Se tem foto boa e sabe explicar seu serviço, escreva você.
- 5
Some o custo de manter por doze meses
Domínio, hospedagem, e-mail, atualização e alterações. Compare os caminhos pelo total do primeiro ano, nunca só pelo valor da entrega.
- 6
Só então peça a proposta
Chegue com a lista pronta. Você recebe orçamentos comparáveis, em vez de três números soltos que ninguém consegue alinhar.
Quanto custa um site que não traz cliente
Custa o que você pagou mais tudo o que deixou de vender. Site é meio, não é fim. Ele existe para transformar quem procura em quem conversa com você.
Pense no caminho inteiro: alguém te encontra, entende o que você faz, confia e te chama. Se trava em qualquer ponto, a página sozinha não resolve. Vale ler como conseguir clientes para ver o funil completo, como conseguir clientes sem anúncio se o orçamento de mídia hoje é zero, e como vender mais para aproveitar quem já está na sua base.
E tem a etapa depois do clique: o contato chegou no WhatsApp e ficou três horas sem resposta. Aí não foi o site que falhou. Se isso acontece toda semana, olhe atendimento automático no WhatsApp e captação de clientes antes de gastar mais na página.
Quanto custa criar um site com a Vinz
Orçamento fechado sai depois de uma conversa curta, porque preço dado antes de entender o negócio é chute — e chute vem alto para se proteger. O que dá para adiantar: os planos começam em R$ 49,90/mês, e hospedagem e manutenção podem entrar nesse valor. Assim o custo de manter já nasce dentro da conta.
Quem atende é o Jonathas Santos, fundador, direto — sem gerente de contas no meio e sem repetir o briefing três vezes. São mais de 14 anos de experiência e mais de 50 projetos entregues, atendendo o Brasil inteiro de forma remota. Se o seu caso precisa de sistema ou automação além do site, isso é dito na conversa, não no meio do projeto.
Me diga o que seu negócio precisa e eu mostro o que dá para colocar no ar agora, o que fica para depois e quanto custa cada parte. WhatsApp (11) 93210-4773, atendimento em todo o Brasil.
Pedir minha estimativaPerguntas frequentes
Quanto custa manter um site por mês?
O custo mensal é a soma de três itens: hospedagem (mensal ou anual), domínio (anual, pago no registrador) e manutenção. E-mail profissional e alterações de conteúdo entram quando você precisa deles. Na Vinz, hospedagem e manutenção podem estar dentro do plano mensal, que começa em R$ 49,90/mês.
Vale a pena fazer site sozinho em construtor?
Vale se o objetivo é colocar algo simples no ar rápido e você tem tempo para mexer. Você economiza dinheiro e gasta horas, porque layout, texto e suporte ficam com você. Deixa de valer quando o site precisa de integração fora do catálogo da plataforma, precisa carregar rápido de verdade ou precisa acompanhar o crescimento do negócio.
Quanto custa criar um site de uma página só?
É a faixa mais acessível, porque tem menos layout e menos conteúdo para produzir. O que muda o valor não é a quantidade de telas, e sim o que a página faz. Só apresentar é simples; capturar contato, integrar com WhatsApp e medir de onde veio cada lead exige bem mais trabalho.
O que faz o preço de um site subir mais rápido?
Integração e conteúdo. Pagamento, agendamento, área de login e conexão com outro sistema viram desenvolvimento com teste próprio, não são só telas. E quando o fornecedor precisa escrever os textos e produzir as fotos, entra um trabalho de produção que é cobrado à parte.
Preciso pagar domínio e hospedagem separado do site?
O domínio quase sempre sim: é anual, fica no registrador e deve estar em nome do seu negócio — peça para ser assim. A hospedagem pode ser contratada por você ou entrar no plano do fornecedor. Confirme na proposta o que é pagamento único e o que é recorrente.
Dá para começar com um site simples e crescer depois?
Dá, e costuma ser o caminho mais barato no total. Suba a primeira versão com o essencial, observe o que as pessoas procuram e adicione página, integração ou loja depois. Assim você paga por funcionalidade quando ela é necessária, em vez de pagar por algo que talvez nunca use.
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