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Sites8 min de leitura

Quanto custa criar um site: o que realmente muda o preço

Quem pergunta o preço de um site sempre ouve “depende”. Aqui você descobre do que depende — e sai com uma estimativa própria antes de falar com qualquer fornecedor.

Por Jonathas Santos — 14+ anos construindo software

Não existe preço único, mas existe uma conta que você mesmo consegue fazer. O valor sobe ou desce por cinco motivos: quantidade de páginas, tipo de site (institucional, landing page ou loja), integrações (WhatsApp, agendamento, pagamento, sistema), quem produz texto e fotos, e o custo que continua correndo todo mês depois da entrega. Abaixo você vê o peso de cada item e monta sua estimativa antes de pedir proposta.

Por que ninguém te diz quanto custa fazer um site

Você pergunta o preço e ouve “depende”. Não é enrolação. É que a frase “quero um site” significa coisas muito distantes uma da outra.

De um lado, uma página com seus serviços e um botão de WhatsApp. Do outro, uma loja com catálogo, frete, checkout e integração com estoque. Os dois se chamam site. O trabalho não é parecido.

O problema é que “depende”, sozinho, não ajuda ninguém a se planejar. Ajuda saber do que depende. É isso que vem agora.

O que muda o preço de um site profissional

Todo orçamento é a soma de decisões suas. Cada linha da tabela abaixo é uma delas. Olhe a terceira coluna com carinho: ela mostra o que dá para deixar para depois sem estragar a primeira versão.

O que você pedePor que mexe no preçoDá para começar sem?
Número de páginasCada página é layout, texto, imagem e revisão. Cinco dão bem mais trabalho que uma.Sim. Comece pelo essencial.
Layout do zero x modelo adaptadoDesenhar do zero exige direção de arte e mais rodadas de ajuste.Sim. Um modelo adaptado à sua marca costuma resolver.
Texto e fotosSe você entrega o conteúdo, o projeto voa. Se o fornecedor escreve e fotografa, entra produção.Sem conteúdo não dá. Com o seu, dá.
Botão de WhatsApp com rastreioO link é fácil. Saber de qual página veio cada contato exige medição.Sim. Comece com link simples.
Agendamento onlineExige calendário, regra de horário, bloqueio de conflito e confirmação automática.Sim, se hoje você marca por WhatsApp.
Pagamento e loja virtualEntram catálogo, variações, carrinho, frete, checkout e meio de pagamento.Sim, se você fecha a venda no atendimento.
Área de login ou painelDeixa de ser site e vira sistema, com regra de acesso e teste próprio.Sim. Quase sempre é fase 2.
Integração com CRM ou ERPDepende do outro sistema: alguns têm API pronta, outros exigem contorno.Sim. Automatize quando doer.
Blog e estrutura de SEOCategorias, URLs, dados estruturados e velocidade precisam ser planejados.Dá para nascer com a estrutura e publicar sem pressa.

Repare no padrão: quase tudo tem “sim” na terceira coluna. Se pedir tudo de uma vez, o orçamento é de tudo de uma vez. Se separar o que precisa agora do que precisa em seis meses, o primeiro número cai bastante — e o site rodando te mostra o que valia mesmo a pena.

Quanto custa um site para empresa: os três tipos mais pedidos

Site institucional

É o cartão de visitas com endereço próprio: home, sobre, serviços, portfólio e contato. Serve para quem pesquisa seu nome no Google antes de te chamar — e isso acontece muito mais do que a gente imagina. É a faixa mais acessível, porque o escopo é previsível. Veja a criação de sites da Vinz.

Landing page

Uma página só, com um objetivo só: fazer a pessoa te chamar. Tem menos tela que o institucional, mas exige mais cabeça — oferta clara, ordem dos argumentos, prova e botão de WhatsApp acompanhando o scroll. Muita gente acha que é sempre mais barato por ser uma página. O trabalho está no texto.

Loja virtual, agendamento e sistema

Aqui o site vira software: cadastro de produto, regra de preço, carrinho ou calendário, pagamento, e-mail automático e painel para administrar. Cada peça é desenvolvimento com teste próprio. É a faixa mais alta — e onde mais gente se arrepende de contratar tudo de primeira sem saber se ia usar.

Quando o orçamento assusta, o problema quase nunca é o preço do site. É o preço do site que foi pedido sem precisar. Separe o que é agora do que é fase 2 e o número muda de tamanho.

Quanto custa manter um site depois de pronto

Essa é a parte que quase ninguém soma ao comparar propostas — e é a que continua correndo todo mês. Site não é compra única. É como carro: tem o valor de comprar e o de manter rodando.

  • Domínio: pagamento anual, direto no registrador. Endereços .com.br ficam no Registro.br, com valor público e igual para todo mundo — o que muda é quantos anos você paga de uma vez. Outras extensões seguem a tabela de cada registrador.
  • Hospedagem: cobrança mensal ou anual. Varia conforme espaço em disco, tráfego, se o servidor é compartilhado e se existe suporte em português.
  • Certificado SSL (o cadeado do navegador): a maior parte das hospedagens já entrega sem custo extra. Se estiver sendo cobrado à parte, pergunte o motivo.
  • E-mail profissional no seu domínio: cobrado por caixa. Uma coisa é ter só o contato@, outra é ter dez caixas para a equipe.
  • Atualização e segurança: site com gerenciador de conteúdo e plugins precisa de atualização periódica. Site parado há dois anos é porta aberta.
  • Alterações de conteúdo: trocar preço, subir foto, publicar promoção. Ou você mexe — e precisa de um painel simples — ou alguém mexe por você, e isso é hora de trabalho.
  • Backup e monitoramento: para quando o site cai às onze da noite de sábado.

Peça ao fornecedor para separar na proposta o que é pagamento único e o que é recorrente. Se não separar, você descobre no boleto. Na Vinz, hospedagem e manutenção podem entrar no plano mensal, com planos a partir de R$ 49,90/mês, para o custo de manter ser previsível desde o começo.

Já sabe o que seu site precisa fazer, mas não sabe quanto custa? Me conte em três frases pelo WhatsApp (11) 93210-4773 e eu digo o que dá para fazer agora e o que dá para deixar para a fase 2.

Falar no WhatsApp

Construtor, freelancer ou agência: o valor para criar um site em cada caminho

Construtor faça você mesmo

Menor custo em dinheiro, maior custo em tempo. Você paga uma mensalidade e monta arrastando blocos. Funciona para subir algo rápido ou testar uma ideia. O trade-off honesto: você vira o designer, o redator e o suporte. E existe um teto — quando quiser uma integração fora do catálogo de plugins, ou levar o site para outro lugar, normalmente não dá.

Freelancer

Preço intermediário e contato direto com quem coloca a mão. Bom quando o escopo está claro. O risco não é a qualidade — tem freelancer muito bom por aí. É a disponibilidade: uma pessoa só, com outros clientes, férias e imprevistos. Combine antes como fica a manutenção e garanta que os acessos ficam no seu nome.

Agência ou estúdio

Custa mais e entrega processo: alguém pensa a estrutura, alguém desenha, alguém desenvolve, alguém testa. Vale quando o site precisa vender, integrar com outro sistema ou aguentar volume. Vale menos quando você só precisa de uma página simples.

O custo escondido do barato que trava

O site mais caro que existe é o que ficou pronto, ficou bonito e não funciona. Demora cinco segundos para abrir no celular. O formulário manda e-mail para uma caixa que ninguém abre. O botão de WhatsApp aponta para o número antigo. Ninguém tem a senha do painel. Aí você paga de novo — e alguém precisa primeiro entender o que o anterior fez, o que custa mais que refazer.

Como montar seu orçamento antes de pedir preço de site

Faça este exercício antes de acionar qualquer fornecedor. Leva vinte minutos e muda a conversa inteira — inclusive o número que volta para você.

  1. 1

    Escreva o objetivo em uma frase

    Não é “ter um site”. É “quero que quem me acha no Google me chame no WhatsApp”. Objetivo diferente dá preço diferente.

  2. 2

    Liste as páginas no papel

    Escreva o nome de cada página que acha que precisa. Depois corte metade. As que sobrarem são as que importam na primeira versão.

  3. 3

    Marque o que precisa ser automático

    WhatsApp, agendamento, pagamento, e-mail de confirmação, conexão com sistema que você já usa. Cada item marcado é uma linha a mais no orçamento — marque só o que dói hoje.

  4. 4

    Defina quem entrega o conteúdo

    Você manda textos e fotos ou quer que produzam? Essa resposta sozinha mexe bastante no valor. Se tem foto boa e sabe explicar seu serviço, escreva você.

  5. 5

    Some o custo de manter por doze meses

    Domínio, hospedagem, e-mail, atualização e alterações. Compare os caminhos pelo total do primeiro ano, nunca só pelo valor da entrega.

  6. 6

    Só então peça a proposta

    Chegue com a lista pronta. Você recebe orçamentos comparáveis, em vez de três números soltos que ninguém consegue alinhar.

Quanto custa um site que não traz cliente

Custa o que você pagou mais tudo o que deixou de vender. Site é meio, não é fim. Ele existe para transformar quem procura em quem conversa com você.

Pense no caminho inteiro: alguém te encontra, entende o que você faz, confia e te chama. Se trava em qualquer ponto, a página sozinha não resolve. Vale ler como conseguir clientes para ver o funil completo, como conseguir clientes sem anúncio se o orçamento de mídia hoje é zero, e como vender mais para aproveitar quem já está na sua base.

E tem a etapa depois do clique: o contato chegou no WhatsApp e ficou três horas sem resposta. Aí não foi o site que falhou. Se isso acontece toda semana, olhe atendimento automático no WhatsApp e captação de clientes antes de gastar mais na página.

Quanto custa criar um site com a Vinz

Orçamento fechado sai depois de uma conversa curta, porque preço dado antes de entender o negócio é chute — e chute vem alto para se proteger. O que dá para adiantar: os planos começam em R$ 49,90/mês, e hospedagem e manutenção podem entrar nesse valor. Assim o custo de manter já nasce dentro da conta.

Quem atende é o Jonathas Santos, fundador, direto — sem gerente de contas no meio e sem repetir o briefing três vezes. São mais de 14 anos de experiência e mais de 50 projetos entregues, atendendo o Brasil inteiro de forma remota. Se o seu caso precisa de sistema ou automação além do site, isso é dito na conversa, não no meio do projeto.

Me diga o que seu negócio precisa e eu mostro o que dá para colocar no ar agora, o que fica para depois e quanto custa cada parte. WhatsApp (11) 93210-4773, atendimento em todo o Brasil.

Pedir minha estimativa

Perguntas frequentes

Quanto custa manter um site por mês?

O custo mensal é a soma de três itens: hospedagem (mensal ou anual), domínio (anual, pago no registrador) e manutenção. E-mail profissional e alterações de conteúdo entram quando você precisa deles. Na Vinz, hospedagem e manutenção podem estar dentro do plano mensal, que começa em R$ 49,90/mês.

Vale a pena fazer site sozinho em construtor?

Vale se o objetivo é colocar algo simples no ar rápido e você tem tempo para mexer. Você economiza dinheiro e gasta horas, porque layout, texto e suporte ficam com você. Deixa de valer quando o site precisa de integração fora do catálogo da plataforma, precisa carregar rápido de verdade ou precisa acompanhar o crescimento do negócio.

Quanto custa criar um site de uma página só?

É a faixa mais acessível, porque tem menos layout e menos conteúdo para produzir. O que muda o valor não é a quantidade de telas, e sim o que a página faz. Só apresentar é simples; capturar contato, integrar com WhatsApp e medir de onde veio cada lead exige bem mais trabalho.

O que faz o preço de um site subir mais rápido?

Integração e conteúdo. Pagamento, agendamento, área de login e conexão com outro sistema viram desenvolvimento com teste próprio, não são só telas. E quando o fornecedor precisa escrever os textos e produzir as fotos, entra um trabalho de produção que é cobrado à parte.

Preciso pagar domínio e hospedagem separado do site?

O domínio quase sempre sim: é anual, fica no registrador e deve estar em nome do seu negócio — peça para ser assim. A hospedagem pode ser contratada por você ou entrar no plano do fornecedor. Confirme na proposta o que é pagamento único e o que é recorrente.

Dá para começar com um site simples e crescer depois?

Dá, e costuma ser o caminho mais barato no total. Suba a primeira versão com o essencial, observe o que as pessoas procuram e adicione página, integração ou loja depois. Assim você paga por funcionalidade quando ela é necessária, em vez de pagar por algo que talvez nunca use.

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Sem tráfego pago · Resposta em 2h útil

Prefere que isso rode sozinho pra você?

É exatamente o que eu faço: um sistema que acha quem já precisa do que você vende e entrega no seu WhatsApp com a mensagem pronta. Me chama e eu te mostro como ficaria no seu nicho.